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Como é BOM receber sua visita em nosso cantinho virtual! Emerson Nogueira Vila Nova, fundador do Centro de Terapias Complementares - HARMONIZE, é Fisioterapeuta (Ucsal), Hipnoterapeuta, Pós Graduado em Terapia Regressiva, Pos Graduado em Acupuntura, Reikiano, Terapeuta Floral, Palestrante e acima de tudo, um grande admirador das potencialidades ineretes ao ser humano. Talvez seja por isso que aqui no HARMONIZE nosso maior tesouro é te ver sorrir, sentir-se bem, em busca de conquistas cada vez mais especiais, e dividir contigo todo o nosso carinho, respeito e motivação para seguir sempre adiante. Será uma IMENSA alegria para nós estarmos sempre ao teu lado compartilhando de cada uma dessas emoções especiais, pois esse é o verdadeiro sentido de nossa existência...aproveite cada momento e HARMONIZE SUA VIDA.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Como os canais de comunicação influenciam relacionamentos


Entender como o próximo percebe o mundo à sua volta pode facilitar a comunicação e diminuir as dificuldades de relacionamento

Fonte: ArcaUniversal


    Aprendemos quando crianças que comunicação pede três elementos: emissor, mensagem e receptor. Na teoria parece simples, mas na prática complica, pois há pessoas com quem simplesmente não conseguimos nos fazer entender. Daí aparecem as dificuldades nos relacionamentos, sejam eles pessoais, profissionais ou sociais.
    Carla Correia, psicóloga especializada em Programação Neurolinguística e Liderança, diz que todos somos dotados de três canais de comunicação que usam nossos cinco sentidos: os canais visual, auditivo e sinestésico (que reúne olfato, paladar e tato). A dificuldade de comunicação acontece porque cada pessoa, de acordo com os estímulos exteriores que recebe, desenvolve com mais intensidade um ou dois destes canais e se comunica com o mundo à sua volta pelo mais desenvolvido.
    Isso não seria um problema, segundo Carla, “não fosse o fato de esperarmos que os outros se comuniquem conosco usando exatamente aqueles canais que nos são mais acessíveis de compreensão”. Um indivíduo mais visual, por exemplo, pode achar ruim o fato de outra pessoa, de percepção mais auditiva, não olhar para ele quando fala. O visual pede o “olho no olho” e o auditivo, sem perceber, vira a orelha para o interlocutor, irritando-o por não estar olhando para ele.
    Segundo a psicóloga, as diferenças resultam em queixas como “Não consigo entender meu chefe. Ele fala, fala e eu não sei o que ele quer”. Ou “Não tenho paciência com o meu marido. Ele não entende o que eu digo”. E até mesmo “Será que estou falando grego? Eu falo uma coisa e meu filho entende outra”. Tal dificuldade, explica Carla, gera conflitos, intolerâncias e causa estragos em importantes áreas de nossa vida: família, trabalho e convívio social.
    Há solução? A especialista mostra: “Se conseguirmos entender o ‘idioma’ da outra pessoa, a comunicação se torna mais fácil”. Mas como decifrar isso? A seguir, Carla explica os diferentes canais e comportamentos correspondentes:

VisualQuem o desenvolveu mais retém e apreende informações pela imagem. Bom fisionomista, mas não muito bom em guardar nomes, por exemplo. Prefere ambientes com cores combinadas, harmônicos. Embora seja de fala rápida, é bom contador de casos e suas histórias são mais vívidas.

AuditivoTem mais foco nas informações que lhe são passadas. Prefere iniciar e terminar uma tarefa antes de começar outra (mente convergente), atendo-se a uma de cada vez. Costuma falar mais baixo e gosta de explicar tudo em detalhes. Segundo Carla, “qualquer coisa que você disser a um auditivo hoje poderá ser usada contra você – ou a favor – para o resto da vida”.

CinestésicoGosta de aprender fazendo. Não gosta de ficar de fora de conversas e projetos. Gosta muito de organizar, desenvolver e executar projetos, como um evento na empresa ou uma festa na família. Faz questão de estar junto, interagindo. De sensibilidade muito aflorada, tem curiosidade por sensações diferentes (sabores, por exemplo). Carla acrescenta: “É uma pessoa que diz detestar falar ao telefone, mas passa horas ‘pendurada’ ao aparelho conversando e, antes de desligar, já quer combinar um encontro, porque só o telefonema, para ela, é pouco”.

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